Banco Yetu vai financiar pequenos produtores de Benguela

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Quinze pequenos projectos, com primazia à indústria transformadora, produção de sal, agricultura e pecuária, na província de Benguela, estão na corrida pelo financiamento do Banco Yetu, de modo a dinamizar a economia.

A informação foi avançada hoje, sexta-feira, pelo gestor da agência do Banco Yetu no Lobito, Ivo da Silva, à margem de um Fórum Empresarial realizado na cidade de Benguela, para divulgar as modalidades de acesso à linha de crédito dessa instituição, criada em Fevereiro de 2019.

O responsável, que falava à imprensa, disse que o Banco Yetu está disponível a financiar pequenos projectos na ordem dos 50 milhões de kwanzas, com uma taxa de juro bonificada de 7, 5 por cento ao ano, num programa de apoio à produção de bens essenciais que apresentem défices de oferta.

Daí ter Ivo da Silva sublinhado que o banco recebeu já o primeiro pacote de projectos de pequenas empresas de Benguela, para análise e aprovação do financiamento por parte da respectiva administração, em Luanda.

Das candidaturas, a fonte destacou projectos de produção de embalagens a partir do Pólo de Desenvolvimento Industrial da Catumbela (PDIC), mas também de mel e sal, este último na povoação do Chamume, município da Baía Farta, além da agricultura e pecuária bovina.

De momento, estão já a ser discutidas algumas contrapartidas que o banco apresentou, principalmente as garantias, segundo Ivo da Silva, o qual acredita que, dentro de pouco tempo, Benguela já verá alguns destes projectos financiados.

A previsão, disse, é a de que os primeiros projectos venham a ser financiados até finais deste ano, até porque, enfatizou, o” banco tem urgência” em avançar nesse sentido e pretende ver mais empreendedores locais a beneficiarem do crédito ao sector da economia real.

Entretanto, avisa que a apresentação de candidatura não significa, para já, que o projecto venha a ser aprovado, já que isso depende, sobretudo, da negociação das garantias com o cliente, como depósitos a prazo, títulos ou seguros.

“Temos noção de que, com a crise da Covid-19, o empresariado atravessa dificuldades”, exprimiu, afirmando que o Banco Yetu está a conceder crédito como forma de apoiar o programa de promoção da diversificação da economia e a redução da dependência excessiva da importação de bens e serviços.

Empreendedores expectantes

Presente no Fórum Empresarial de Benguela, o presidente da AJEA (Associação de Jovens Empreendedores de Angola), Alfredo Nguli, reconhece que a iniciativa do Banco Yetu vai atrair projectos bons que estão engavetados, por falta de financiamento.

Concretamente, adiantou que a AJEA tem vários projectos, como o Kindala e Okutata na área da produção agrícola e, por isso, vai entrar na corrida pelo crédito ao investimento, para retirar a juventude do desemprego e, com isso, combater a pobreza.

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