“Reembolso tem peso substancial na tesouraria da TAAG” – Carlos Vicente

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

O porta-voz da Transportadora Aérea Angolana (TAAG), Carlos Vicente, afirmou, em Luanda, que o reembolso de bilhetes a passageiros impedidos de viajar, devido às restrições da Covid-19, está a ter um peso substancial na tesouraria na empresa.

Em entrevista à ANGOP, a propósito do processo de reembolso, afirmou que a TAAG está a honrar com os seus compromissos, e saudou a postura dos clientes/passageiros.

Nesta conversa, mantida via correio electrónico, Carlos Vicente fala dos vários constrangimentos impostos pelas restrições adoptadas pelo Governo, para impedir a proliferação da doença, e dos projectos imediatos da TAAG para o período pós-Covid.

Segundo ainda o responsável, os clientes que desejam solicitar o reembolso dos seus bilhetes de passagem, podem fazê-lo atravês do correio electrónico ([email protected]) e podem optar por receber os seus valores (I) em numerário, (II) transferência bancária electrónica, (III) ordens de pagamento bancário, (IV) cheque bancários ou (V) com acordo escrito do passageiro, vales de viagem.

Carlos Vicente sublinhou que os vales (vouchers) só devem ser facultados com o pleno conhecimento pelo passageiro de todas as condições e privilégios a ele inerentes e nunca disponibilizados por defeito. Contudo, neste momento, esta é a modalidade por nós aconselhada, pois dá ao passageiro o privilégio de alterar a data, o destino (dentro da rede da TAAG) e pode ser transmitido a outrem.

“Os destinos com o maior número de reembolsos solicitados são Lisboa e S. Paulo, as principais rotas da TAAG”, disse Carlos Vicente.

Todos os bilhetes com marcação da viagem prevista para o período de vigência da pandemia estão a ser reembolsados no seu valor total. Os restantes bilhetes com viagem marcada antes da pandemia da Covid-19, de acordo com o regulamento de reembolsos da companhia, são descontados em 15% sobre a tarifa base da compra do bilhete de passagem, adicionando a penalização correspondente à tarifa adquirida pelo passageiro.

Questionado sobre quando a TAAG pensa retomar em pleno os voos comerciais, Carlos Vicente respondeu que tudo depende das autoridades sanitárias, mas que a companhia tem já projectada a sua programação de voos para a retoma, com uma redução da oferta na ordem dos 68%. Salientando que nos três segmentos (doméstico, regional e intercontinental), a TAAG vai priorizar os destinos com maior procura, entretanto sempre de acordo com as orientações emanadas das autoridades competentes, depois de avaliada a situação epidemiológica nestes destinos e as autorizações das autoridades destes.

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

Designed by nzaylakasesa,lda.