PR moçambicano diz que SADC deve centrar-se na prosperidade e bem-estar dos povos

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O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, defendeu hoje em Maputo um futuro de prosperidade e bem-estar para os povos da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), assinalando que a organização deve manter o foco mesmo perante dificuldades.

Filipe Nysi falava durante o discurso de aceitação da presidência rotativa da SADC, que assumiu hoje por um ano, sucedendo ao Presidente da Tanzânia, John Magufuli, durante a cerimónia de abertura da 40.ª Cimeira Ordinária de Chefes de Estado e de Governo da organização, que se realiza hoje na capital moçambicana.

“Estamos confiantes de que o conjunto de decisões que sairão desta cimeira vai impulsionar a nossa organização para novos patamares de prosperidade e bem-estar pelos quais os nossos povos sempre lutaram”, declarou Nyusi.

A SADC, prosseguiu, mantém a coesão e o foco que nortearam a sua criação como resultado do pragmatismo e visão de que estavam imbuídos os líderes fundadores da organização.

O chefe de Estado moçambicano prometeu dedicação no exercício da presidência rotativa da SADC, para o sucesso da missão.

“O povo moçambicano é por natureza resiliente e trabalhador, por isso, comprometemo-nos a cumprir esta missão com dedicação”, referiu.

Filipe Nyusi assegurou que irá guiar-se pelo espírito de consulta junto dos seus homólogos da região, para conduzir os destinos da SADC durante os próximos 12 meses.

A 40.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da SADC continua ao longo do dia de hoje e é dirigida a partir da capital moçambicana via virtual, devido à covid-19.

O encontro decorre sob o lema “40 Anos Construindo a Paz e Segurança, Promovendo o Desenvolvimento e Resiliência Face aos Desafios Globais”.

A SADC é uma organização integrada por 16 Estados-membros e foi estabelecida em 1980, como Conferência de Coordenação do Desenvolvimento da África Austral (SADCC) e, mais tarde, em agosto de 1992, transformada em Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

A organização visa promover o crescimento e desenvolvimento socioeconómico da região com o objetivo de assumir “um papel mais competitivo e efetivo nas relações internacionais e na economia mundial”.

África do Sul, Angola, Botsuana, Comores, República Democrática do Congo, Essuatíni, Lesoto, Madagáscar, Maláui, Ilhas Maurícias, Moçambique, Namíbia, Seicheles, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabué são os Estados-membros da SADC.

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