Governo de Luanda pede a cidadãos para denunciarem incumprimentos nos transportes

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O Governo da província de Luanda disponibilizou hoje duas linhas telefónicas para os cidadãos denunciarem irregularidades das operadoras de transportes públicos privados, quanto ao cumprimento das medidas de biossegurança contra a covid-19.

Num comunicado, o Governo da província de Luanda realça que o executivo disponibilizou, recentemente, às empresas operadoras de transportes públicos privadas da capital angolana autocarros para reforço das suas frotas.

Face às elevadas concentrações nas paragens de Luanda, em consequência das medidas de biossegurança devido à pandemia provocada pelo novo coronavírus, o Governo da província viu-se obrigado a reestruturar, temporariamente, o contrato de concessão das carreiras.

Segundo o Governo provincial, a medida foi tomada depois da constatação de várias irregularidades, por parte de algumas operadoras, no que diz respeito ao incumprimento das regras estabelecidas, nomeadamente cobranças indevidas, com valores acima dos 50 kwanzas (0,07 euros) determinado pelo Ministério dos Transportes, lotação acima dos 50%, entre outras.

A nota governamental informa que está em curso a melhoria do mecanismo de fiscalização e denúncias de irregularidades, para que se possa cumprir o que foi acordado com as empresas operadoras.

Deste modo, o Governo da província colocou “os terminais telefónicos 928582424 e 928581212 à disposição dos cidadãos para denúncias que vão desde o incumprimento das normas de biossegurança das pessoas localizadas nas paragens de autocarros às irregularidades cometidas pelas operadoras que circulam nas diferentes vias de Luanda”, refere o documento, que aponta ainda como alternativa para denúncias as esquadras policiais.

Angola registou, de março até agora, 1.906 casos positivos de covid-19 e 88 óbitos.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 770.429 mortos e infetou mais de 21,7 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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