Huíla precisa de 16 mil efectivos da Policia Nacional

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A província da Huíla precisa de pelo menos 16 mil agentes da Policia Nacional para aliviar a pressão sobre os três mil e 200 existentes e prestar melhor serviço público, defendeu o comandante provincial, comissário Divaldo Martins.

Conforme projecções do Instituto Nacional de Estatísticas, a província conta em 2020 com 2.906,791 habitantes, o que indica um rácio de um agente da Polícia Nacional para 908 mil habitantes.

No âmbito da visita de dois dias à Huíla do comandante-geral, comissário-chefe Paulo de Almeida, Divaldo Martins apresentou a preocupação nesta terça-feira.

O também delegado do Ministério do Interior na Huíla afirmou pretender-se chegar a pelo menos um agente para 250 habitantes, mas o recrutamento de novos efectivos depende do nível central.

Referiu que estão ainda em fase de instrução preparatória para ingressar ainda este ano nas fileiras da polícia na província, três mil candidatos provenientes das Forças Armadas Angolanas.

Em relação ao asseguramento policial, o responsável considerou de “débil” tendo em conta o número de efectivos, o que faz com que algumas esquadras funcionem com 10 a 11 agentes, situação agravada com a insuficiência de equipamentos para actuação ou enfrentamento policial nas comunidades.

Para suprir as dificuldades, numa parceria com a Universidade Mandume, está a ser criado um aplicativo electrónico para denúncias.

Uma das apostas do comando local da Policia Nacional é a formação contínua de comandantes de esquadras e de postos, de efectivos, dentre outros ao serviço da PN e do Ministério do Interior, para atender os cidadãos com maior eficiência e profissionalismo desejado.

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