Défice de água no Longonjo pode ter dias contados

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O défice no abastecimento de água potável no município do Longonjo, província do Huambo, poderá ser resolvido, em breve, segundo a governadora Lotti Nolika, no final de um encontro de auscultação com os representantes da sociedade civil local, decorrido esta sexta-feira.

Em declarações à imprensa, a governante prometeu trabalhar para a resolução do problema da falta de água canalizada na municipalidade, que, a par das vias de acesso e da insuficiência de infra-estruturas sanitárias, constituiu uma das principais preocupações apresentadas no encontro.

Refira-se que a governadora concedeu audiências, em separado, a líderes religiosos, autoridades tradicionais, associações juvenis e responsáveis dos órgãos de defesa, segurança e ordem interna.

Lotti Nolika referiu que a vila municipal não dispõe de um sistema de captação e tratamento de água, tal como nas três comunas orgânicas: Chilata, Catabola e Lépi, que se debatem com a insuficiência de painéis solares e manivelas.

Para inverter o quadro, a governadora apontou como estratégia a reparação do sistema de captação e tratamento de água da comuna da Chilata, que desde a sua montagem nunca funcionou, por razões até aqui desconhecidas.

Paralelamente a esse problema, informou que os auscultados apresentaram igualmente dificuldades na circulação rodoviária, face ao mau estado das vias, assim como a insuficiência de recursos humanos.

Constam ainda, de acordo com a governante, a falta de mais unidades sanitárias, de equipamentos e meios hospitalares para melhorar a qualidade da assistência médica/medicamentosa.

Por isso, tranquilizou a população do Longonjo, estimada em 110 mil habitantes, de que o Governo da província do Huambo vai trabalhar na resolução gradual daqueles problemas que estiverem ao seu alcance, devendo remeter aos órgãos competentes as acções de âmbito central.

Nesta municipalidade, cuja sede está localizada a 64 quilómetros da cidade do Huambo, a governadora Lotti Nolika radiografou a situação social e económica das comunas da Chilata e da Catabola, enquanto na sede municipal inteirou-se do grau de execução das acções dos planos Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) e de Investimentos Públicos (PIP).

De igual modo, a governante inteirou-se das condições de trabalho da fábrica de adubos orgânicos (Soiadubo), que desde 2013 produz fertilizante agrícola à base de excremento de gado bovino, capim e cevada, com a finalidade específica de dar mais dinâmica ao sector da agricultura.

Historiadores narraram que o nome Longonjo (palavra de origem Umbundu) constitui o plural da expressão “ongondjo”, casca de tronco, em português.

No passado, segundo estes historiadores, o material servia para transportar mercadorias, com realce para brita e outros objectos, usados para a construção dos Caminhos-de-Ferro de Benguela e da estrada.

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