ONG paralisa desminagem no Cuemba

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A Organização Não-Governamental Britânica “The Hallo Trust”, paralisou, há cerca de um mês, os trabalho de desminagem nos arredores do município do Cuemba (Bié), devido ao avançado estado de degradação do troço rodoviário de acesso àquela circunscrição.

A informação foi prestada nesta quinta-feira, à ANGOP, no Cuito, pelo chefe das operações daquela ONG no Bié, Bastos Canjolomba, quando falava sobre as actividades que a instituição desenvolvia desde Novembro de 2019 na aludida região, após quatro anos de suspensão.

Desde essa data (Novembro de 2019) até Junho de 2020, foi limpa, no Cuemba, uma área de 10 mil 226 metros quadrados, que resultaram na desactivação de 204 engenhos explosivos, entre minas anti-pessoal, anti-tanque e outros engenhos não detonados.

Foram ainda sensibilizados contra o perigo que esses artefactos representam, 140 cidadãos, entre homens, mulheres e crianças, bem como contou na denúncia e identificação de campos minados com a colaboração das autoridades tradicionais e a população em geral.

A  “The Halo Trust” conta com o apoio do Governo Norte-americano em financiamento para os trabalhos de desminagem no país, num valor não revelado.

Além dessa ONG britânica, operam na desminagem no Bié o  Instituto Nacional de Desminagem (INAD), com a parceria da Brigada C da 4ª Divisão de Infantaria das Forças Armadas Angolanas (FAA), Polícia Nacional e da 4ª Brigada de Desminagem da Casa Militar da Segurança do Presidente da Republica.

Em 2019, três pessoas morreram e 23 ficaram feridas na sequência de 10 acidentes com minas e outros engenhos explosivos não detonados, neste território centro do país, segundo dados estatísticos do INAD.

Ainda nesse período, essa instituição desminou dois mil e 933 metros quadrados de forma mecânica na província do Bié, tendo em vista a livre circulação de pessoas e o alargamento das áreas de cultivo, um aumento de mil metros quadrados em relação ao ano de 2018.

Esse ano (2020), entre várias actividades, o INAD dedica-se no trabalho de desminagem das reservas fundiárias de Caluapanda, a 10 quilómetros a Sul da cidade do Cuito, áreas adjacentes a conduta de água e captação de água do Rio Cuquema.

Trezentos e 82 engenhos explosivos diversos não detonados, foram removidos desde  finais de 2019 até Março de 2020 e destruídos no município do Cunhinga, a 30 quilómetros a Norte do Cuito.

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