Calumbos I e II passam a centros de Tratamento

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A nova abordagem dos casos positivos assintomáticos da Covid-19, enquadrada numa estratégia a implementar-se dentro de 15 dias, prevê a transformação dos centros de Calumbo I e II, em Luanda, para espaços de tratamento de doentes sem sintomas.

O facto foi anunciado na quarta-feira pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, na habitual actualização de dados da covid-19 no país, acrescentando que os actuais centro de quarentena institucional do Calumbo I e II, localizados em Viana, passarão à centros de tratamento de casos assintomáticos.

Com capacidade para mil e 500 pessoas, os dois centros vão internar casos assintomáticos que não tenham condições habitacionais para efectuar tratamento domiciliar condigno, com o fim de evitar riscos de contaminar parentes ou a vizinhança.

O tratamento domiciliar, segundo a ministra, pode vir a ser realidade nos próximos dias, uma vez que se prevê aumento de casos, até pelo menos 45 mil infetados até setembro, caso se mantenha o ritmo de desobediência das pessoas em observar as medidas de prevenção.

Estes números de infectados projectados pelo Ministério da Saúde, a acontecer, esgotará a capacidade de internamento dos actuais centros de tratamento da Zona Econômica Especial (ZEE), calculados em mil camas, e das unidades da rede sanitária privada.

Porém, alertou, a terapia caseira contra a Covid-19 de casos sem sintomas só ocorrerá depois de se formar o pessoal médico, de Agentes de Desenvolvimento Comunitários (Adecos), membros da comissão de morador dos bairros, vizinhos de doentes, entre outros.

Esta toda mobilização social, adianta a governante, servirá para acompanhamento de doentes assintomáticos e denunciá-los em caso de incumprimento das medidas de tratamento nessa especificidade.

“Quem violar as regras, vai pagar multas pesadas. Portanto ficarão em casa. Ninguém sairá e ninguém poderá entrar “, reiterando que doentes assintomáticos com outras enfermidades graves terão mesmo de ser tratados nas unidades de referência.

Ainda no quadro da estratégia dessa nova abordagem, segundo a ministra da Saúde, vai se criar, a nível dos hospitais,  “Zonas Amarelas” que são enfermarias que servirão para tratar casos suspeitos de pessoas infectadas com o novo coronavírus.

A partir destes hospitais, afirmou Sílvia Lutucuta, far-se-á a triagem dos doentes, sendo que “os graves serão enviados para os centros de tratamentos de referência e os normais ficam lá ou enviados nos centros dos  Calumbo I e II”.
 

Agora, Angola soma 812 casos positivos, 33 óbitos e 226 recuperados.

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