Angola com mais três mortes e 33 novas infeções

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Angola registou mais três mortes e 33 novas infeções, duas das quais na província do Cunene, perfazendo um total de 812 casos positivos de covid-19 e 33 óbitos, anunciou hoje a ministra da Saúde angolana.

Sílvia Lutucuta, que fazia o balanço da situação epidemiológica do país, frisou que os casos foram registados em pessoas com idades entre os 18 e 75 anos, dos quais 24 homens e nove mulheres.

Os municípios e localidades mais afetadas continuam a ser o de Viana, Talatona, Ingombota, Samba e Maianga.

Quanto aos óbitos, dois ocorreram na Zona Económica Especial e um no Hospital Militar Principal, entre pacientes que faziam parte do grupo de doentes críticos, como tinha sido dito nas informações epidemiológicas diárias anteriores.

A titular da pasta da Saúde de Angola frisou que foram registados os dois primeiros casos positivos na província angolana do Cunene, no sul do país, casos importados de Luanda, o epicentro da doença. 

A cerca sanitária nacional mantém-se na província de Luanda e em Ndalatando, capital da província do Cuanza Norte, também afetada pela doença, estando já a ser tomadas as medidas de saúde pública no Cunene.

As testagens em grupos específicos continuam, em alguns aglomerados, bem como os rastreios de contactos de casos positivos e dos motoristas, grupo de risco especial.

“Nesta altura, já há um número importante de casos que estiveram expostos”, disse a ministra.

“Há estimativas de que quatro em 100 pessoas já estiveram expostas ao novo coronavírus, pela análise que nós fizemos profunda e testagem serológica, e é importante continuar a prestar uma especial atenção às medidas de proteção individual e coletiva”, frisou a ministra.

Segundo Sílvia Lutucuta, está-se numa fase muito importante em que todos são poucos para fazer face à covid-19.

“É preciso um envolvimento muito grande comunitário, é preciso termos as nossas famílias no centro da atenção de todo este processo”, apelou a governante angolana.

A ministra informou que as autoridades já estão a trabalhar numa nova abordagem dos pacientes assintomáticos, olhando para as projeções dos próximos dias, em que se estima um aumento do número de casos, para terem as equipas preparadas e em condições de fazerem a abordagem aos doentes graves, críticos e moderados com comorbilidades, que são “o grande desafio” por esta altura.

Em África, há 15.765 mortos confirmados em mais de 753 mil infetados em 54 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia naquele continente.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 617.500 mortos e infetou mais de 15 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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