Administração do Porto do Lobito anula cedência de apartamentos em condomínio por irregularidades

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O novo Conselho de Administração do Porto do Lobito anulou o processo de cedência de apartamentos no condomínio da empresa, localizado no Bairro da Luz, parte baixa daquele município da província de Benguela, devido a irregularidades detectadas no processo, soube hoje, quarta-feira, a Angop.

Em declarações à imprensa, o presidente do Conselho de Administração do referdo porto, Celso Rosas, justificou a decisão por serem detectadas graves irregularidades no processo, nomeadamente listas feitas sem critério e a inclusão de nomes de pessoas estranhas à empresa.

Referiu-se também sobre o impasse da entrega da obra, até ao presente momento, por parte do empreiteiro, devido a falta de entendimento com o anterior Conselho de Administração.

Sobre essa questão, Celso Rosas informou que decorrem negociações com o empreiteiro para se ultrapassar o problema.

Reagindo à decisão da direcção da empresa portuária, os trabalhadores alegaram que, deste modo, foi reposta a legalidade e renasce o sonho da casa própria para muitos.

Entretanto, Celso Rosas garantiu que uma comissão da empresa está a trabalhar para lisura do processo e que nos próximos dias os apartamentos serão entregues.

Integram esse condomínio, inaugurado no dia 14 de Agosto de 2017, 15 edifícios com 120 apartamentos do tipo T3 e o mesmo tem o nome José Carlos Gomes, em homenagem falecido director do Porto do Lobito.

Trabalhadores recebem formação sobre contratação pública
Cerca de 60 trabalhadores do Porto do Lobito participaram, nesta quarta-feira, num seminário sobre contratação pública, visando dotá-los de ferramentas básicas para celebração dos mesmos.

Orientado por Alex Chicueteco, do serviço tributário da quarta região, a acção formativa versou sobre as regras básicas para celebração de um contrato, recorrendo-se à Lei 9/16 de 16 de Junho.

Segundo o prelector, na celebração de um contrato deve prevalecer a justiça, coerência, transparência, economia, eficácia, eficiência e respeito do património público.

O especialista afirmou ainda que a actividade do Porto do Lobito exige rapidez, daí que os contratos que envolvem acima de 182 milhões de kwanzas devem observar os pressupostos da lei, para evitar constrangimentos com a justiça.

Por seu turno, o presidente do Conselho de Administração do Porto do Lobito, Celso Rosas, considerou a formação pertinente para aquisição de conhecimentos que vão melhorar o desempenho das tarefas por parte do pessoal.

“Somos uma empresa que trabalha para atingir a excelência, com base em acções de formação nos distintos ramos”, sublinhou o PCA.

O Porto do Lobito foi fundado em 1928 e está intrinsecamente ligado ao Caminho de Ferro de Benguela.

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