Angola soma mais 44 casos numa altura em que 15 pacientes estão estado crítico

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O secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, informou que nas últimas 24, foram registados mais 44 casos positivos, elevando para 749 o número de casos confirmados, com 29 mortes, 221 recuperados e que dos 499 casos ativos 15 encontram-se em “estado critico com ventilação mecânica invasiva”, dos quais três precisam de hemodiálise e 1 a oxigenoterapia.

O governante falava hoje durante habitual conferência de imprensa para atualização dos dados sobre a covid-19 no país, disse que 26 são do sexo masculino e 18 são do sexo masculino com idades compreendidas entre 16 e 74 anos de idade, sendo que as localidades mais afetadas são Viana, Belas, Ingombota, Samba, Cazenga, Rangel, Cacuaco e Talatona.

“Dos 44 casos, 2 são de nacionalidade chinesa e vendedoras da Cidade da China”. E que consequentemente, “e em decorrência das normas de saúde pública será instituída a cerca sanitária naquela zona comercial”, informou.

Devido ao aumento vertiginoso do número de casos nas últimas semanas, Franco Mufinda advertiu a população para evitar a exposição ao SARS Cov-2 com a permanência em aglomerações por longo tempo.

“Falando em aglomerações, estamos a falar de mercados, paragens de táxi e não só”, esclareceu.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou 606.605 mortos em todo o mundo, entre os 14.528.490 de casos, segundo um balanço da agência France Presse (AFP) baseado em dados oficiais.

Os Estados Unidos são o país mais afetado tanto em número de mortos como em casos, com 140.534 mortos em 3.773.260 casos registados, segundo a contagem da Universidade John Hopkins, que indica que há neste país pelo menos 1.131.121 pessoas foram consideradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 79.488 mortos em 2.098.389 casos, o Reino Unido com 45.300 mortos em 294.762 casos, o México com 39.184 mortos em 344.244 casos e a Itália com 35.045 mortos em 244.434 casos.

Em África, depois da África do Sul ultrapassou a barreira dos 5.000 mortos e 364.328 infetados, o Egito é o segundo país com mais vítimas mortais (4.302) e 87.775 casos, seguindo-se a Argélia, com 1.078 mortos e 23.084 infetados.

Entre os cinco países mais afetados, está também a Nigéria, com 789 mortos e 36.663 casos positivos, e o Sudão, com 693 mortes e 10.992 infetados.

Em relação aos países africanos lusófonos e segundo dados das autoridades locais, Cabo Verde é o que tem mais infeções (2.042, dos quais 21 mortes), enquanto Angola lidera em termos de vítimas mortais (29 mortos entre os 749 casos diagnosticados).

A Guiné-Bissau regista 1.949 casos positivos, que resultaram em 26 mortes, enquanto Moçambique contabiliza 1.491 casos e 10 vítimas mortais.

São Tomé e Príncipe tem 746 casos de infeção pelo novo coronavírus, que causou 14 mortos.

A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mantém há vários dias 3.071 casos e 51 mortos, segundo o África CDC, embora as autoridades equato-guineenses relatem menos casos positivos (2.350) e o mesmo número de falecimentos.

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