Pandemia já provocou mais de 601 mil mortes e 14,3 milhões de infetados

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

A pandemia de covid-19 já provocou 601.822 mortos em todo o mundo, entre cerca de 14,3 milhões de casos, segundo um balanço da agência France Presse (AFP) baseado em dados oficiais.

Até ao meio-dia de hoje (hora de Luanda), 14.303.420 casos de infeção tinham sido oficialmente diagnosticados em 196 países desde o início da epidemia, dos quais 7.810.200 estão considerados curados.

No sábado, foram registados 5.237 novos óbitos e 221.954 novos casos em todo o mundo, com o maior número de novos mortos a ser registado no Brasil (921), Estados Unidos (832) e o México (578).

Os Estados Unidos são o país mais afetado tanto em número de mortos como em casos, com 140.120 mortos em 3.711.835 casos registados, segundo a contagem da Universidade John Hopkins, e pelo menos 1.122.720 pessoas foram consideradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 78.722 mortos em 2.074.860 casos, o Reino Unido com 45.273 mortos em 294.066 casos, o México com 38.888 mortos em 338.913 casos, e a Itália com 35.042 mortos em 244.216 casos.

Entre os países mais afetados, a Bélgica é o que concentra um maior número de mortos em relação à sua população, com 85 mortos por cada 100 mil habitantes, seguida pelo Reino Unido (67), Espanha (61), Itália (58) e Suécia (56).

A China, sem contabilizar os territórios de Macau e Hong Kong, declarou oficialmente um total de 83.660 casos (16 novos entre sábado e domingo), dos quais 4.634 mortos (0 novos) e 78.775 curados.

A Europa totalizava hoje, ao meio-dia, 205.207 mortos em 2.938.771 casos, a América Latina e Caraíbas 160.886 mortes em 3.776.927 casos, os Estados Unidos e o Canadá 149.002 mortes em 3.821.830 casos, a Ásia 48.998 mortes em 2.049.522 casos, o Médio Oriente 22.642 mortes em 999.405 casos, a África 14.956 mortes em 703.572 casos e a Oceânia 151 mortes em 13.397 casos.

Segundo a AFP, o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de contaminações, dado que alguns países testam apenas os casos mais graves, outros utilizam testes prioritários para a triagem e vários países mais pobres dispõem de capacidades limitadas de despistagem.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

Designed by nzaylakasesa,lda.