EUA diz que grupo russo instalou minas na capital da Líbia

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O Exército dos Estados Unidos acusou um grupo de mercenários apoiado pela Rússia de colocar minas e outros explosivos em Trípoli e arredores, constituindo uma violação do embargo de armas imposto pela ONU à Líbia.

O Comando Africano do Pentágono afirmou ter “verificado evidências fotográficas” de que o Grupo Wagner, uma empresa privada de segurança acusada de ter apoio do governo russo, instalou minas “indiscriminadamente” em Trípoli e em direção a Sirte, a leste da capital, desde meados de junho.

“O Grupo Wagner, patrocinado pelo Estado russo, está demonstrando total desconsideração pela proteção e segurança dos líbios”, disse Bradford Gering, diretor de operações do Africom, em comunicado.

“As táticas irresponsáveis do Grupo Wagner estão prolongando o conflito e são responsáveis pelo sofrimento desnecessário e pelas mortes de civis inocentes”, afirmou.

“A Rússia tem o poder de detê-los, mas não a vontade”, acrescentou.

Os Estados Unidos acusaram repetidamente a Rússia de violar o embargo de armas das Nações Unidas à Líbia, com a introdução ao conflito de armas militares, incluindo pelo menos 14 caças MIG-29 com suas marcas de identificação russas cobertas.

A Rússia, principalmente por meio do Grupo Wagner, juntamente com os Emirados Árabes Unidos e o Egito, apoia o marechal Kalifa Haftar, que controla o leste e parte do sul do país, em sua tentativa de derrubar o Governo da União Nacional (GNA), reconhecido pelo ONU e com sede em Trípoli.

Com a ajuda militar da Turquia, as forças pró-GNA alcançaram grandes vitórias desde o início de junho, recuperando o controle de todo o noroeste da Líbia e lançando uma contra-ofensiva a Haftar.

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