Saúde regista redução de mortes por malária no país

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As autoridades sanitárias registaram, no primeiro semestre do ano em curso, a redução de mortes por malária em algumas províncias do país.

Segundo dados disponibilizados, na província do Cuanza Sul, por exemplo, houve, ao longo do período em causa, o registo de 341. 266 casos de malária, menos 13 mil e 515 ocorrências comparativamente a igual período de 2019.

No período em análise registaram-se 426 óbitos, menos 15 comparados aos primeiros seis meses de 2019, sendo o município do Cassongue com maior número de falecidos, (109) e  menor o município da Quibala com 11 ocorrências.

A faixa etária abaixo dos cinco é a mais visada e o grupo menos atingido é o das gestantes com o registo de pelo menos dois casos.

O informe indica ainda que a Quibala apresenta uma percentagem de 13%, Amboim 13%, Mussende 12%, Cela 11% e Sumbe 10%, Porto Amboim com 3% e Ebo com igual percentagem.

Na província do Cuando Cubango, os dados indicam que foram registados 40 óbitos por malária, contra 65 no mesmo período de  2019.

A directora da unidade hospitalar, Ilídia Martinho, aponta o facto com a distribuição de mosquiteiros impregnados às populações e acções de prevenção de várias doenças.

O quadro mostra o diagnostico de 15.281 casos de malária, uma redução de 346 casos, em relação ao primeiro semestre de 2019.

Foram também diagnosticados 5 mil e 454 casos de doenças respiratórias agudas contra três mil, 778 no período anterior, três mil, 506 casos de doenças diarreicas agudas contra dois mil 219 e duzentos e um casos de desnutrição menos 42.

Os casos registados, culminaram com o internamento de duas mil e 213 crianças, sendo 160 casos de transfusão de sangue, 585 casos de febre tifóide, 30 de tuberculose e 34 casos de HIV, completaram os registos.

O hospital conta com 66 camas e atende diariamente mais de 80 pacientes.

Já no município da Jamba, província da Huíla, as autoridades sanitárias  registaram 40 óbitos num universo de sete 433 casos registados, observando a redução de duas mortes em relação a igual período em 2019.

A maioria dos  casos que resultaram em óbito foram registados em crianças menores de cinco anos.

Para se ultrapassar a situação, o director municipal da saúde, Damião Hossi, aponta como medida a intensificação da fumigação especial, a intra e extra-domiciliar, assim como o tratamento dos focos de reprodução do insecto transmissor da doença.

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