Ministro esclarece medidas para entrada e saída de Luanda

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O ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, esclareceu, neste sábado, que as saídas e entradas para Luanda só são admissíveis para casos de transportes de bens e serviços essenciais e acções de ajudas humanitárias.

O ministro de Estado reiterou as medidas contidas no Decreto Presidencial que estabelece a Situação de Calamidade Pública depois de se notar uma “interpretação menos correcta” dessas normas que visam cortar a cadeia de transmissão da Covid-19 no país.

Durante a sessão de actualização da situação epidemiológica da Covid-19 nas últimas 24 horas, no país, informou que essas excepções, que juntam-se a saída e entrada de pessoas doentes, aplicam-se às zonas que estão sob cerca sanitária, nomeadamente Luanda, e o município do Cazengo, Cuanza Norte.

 “Muitos cidadãos, com todos os pretextos possíveis e imaginários, estão a causar dificuldade para aqueles que verdadeiramente estão abrangidos para circular no quadro das excepções”, lamentou, reiterando que mesmo as delegações governamentais em serviço devem efectuar testes com antecedência antes de deixar essas regiões.

Relativamente aos ajuntamentos domiciliares para efeitos de festas ou actividades similares, informou que as novas regras não permitem que essas reuniões juntem mais de 15 pessoas, sob pena de serem punidos com multas.

“Estamos a ver a realização de festas que potenciam a propagação da Covid-19”, disse.

O país possui 483 infectados, 118 recuperados, 340 activos e 25 óbitos.

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