Kulumbimbi deve servir de inspiração para reconstrução de Mbanza Kingo

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O bispo da diocese de Mbanza Kongo, província do Zaire, Dom Vicente Carlos Kiaziku, afirmou sexta-feira que a sociedade deve inspirar-se nas relíquias da antiga sé catedral “Kulumbimbi”, para a reconstrução da cidade Património Mundial da Humanidade.

A Comissão de Património Mundial da Unesco declarou, em Julho de 2017, por unanimidade, o centro histórico da cidade de Mbanza Kongo, onde se inclui a antiga sé catedral “Kulumbimbi”, como Património Mundial da Humanidade.

Segundo o prelado, que teceu essas considerações à margem do acto que marcou a abertura da 3ª edição das festas da cidade de Mbanza Kongo, a assinalar-se a 08 deste mês, as ruínas do Kulumbimbi representam um marco histórico de África, em geral, e da região subsahariana deste continente, em particular.

Acrescentou que, a reconstrução não deve ser vista apenas no sentido religioso, mas sim, nos mais variados domínios, com realce para o desenvolvimento do próprio homem.

A projecção da cidade de Mbanza Kongo, quer no aspecto social, como em infra-estruturas deve basear-se na sua história, para atingir os níveis de desenvolvimento com outras cidades históricas.

“Esperamos que Mbanza Kongo venha, num futuro breve, a resplandecer como resplandeceu no passado”, sublinhou.

Atento a situações do país e da província do Zaire, em particular, Dom Vicente Carlos Kiazuku, disse que as informações que passam pelos órgãos de comunicação social nacionais e internacionais sobre o grau de cumprimento das recomendações da Unesco para Mbanza Kongo contrastam com a realidade no terreno.

“Três anos depois da sua elevação a Património Cultural Mundial da Humanidade, pensava que Mbanza Kongo teria mais progressos no cumprimento das recomendações da Unesco, o que não se verifica em termos práticos”, referiu.

Por sua vez, a vice-governadora para o sector técnico e infra-estrutura, Ângela Diogo, que presidiu ao acto, disse que o Executivo angolano está a trabalhar para o cumprimento das exigências da Unesco, cujo relatório das acções será remetido em Dezembro deste ano.

Pediu, a propósito, a população a continuar a conservar e preservar o património material e imaterial desta histórica cidade.

“Esta cidade está em linha de desenvolvimento. Muitas coisas já foram feitas ao longo desses últimos anos. Hoje temos o orgulho de ver a construção de muitas infra-estruturas nos mais variados domínios”, destacou a vice-governadora.

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