Pagamento da dívida pelo Minfin desafoga empresas

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 O sector empresarial privado de Benguela regista actualmente um alívio, devido ao pagamento pelo Ministério das Finanças (Minfin) de 31, 6 mil milhões, dos 48 mil milhões de kwanzas da dívida validada, contraída entre 2013 e 2017, informou soube hoje a Angop de fonte governamental. 

Ao falar a propósito da reunião do conselho de auscultação das comunidades realizada esta terça-feira, o secretário-geral do governo de Benguela, Aquiles de Carvalho, disse que esse montante corresponde a dois terços do valor total da dívida, estando as autoridades a trabalhar no sentido da liquidação global do valor.

Segundo o responsável, no encontro com os conselheiros do governador Rui Falcão (a porta fechada), foram prestadas informações sobre diversas acções em curso e outras já realizadas, nomeadamente a situação da dívida pública, estado de execução do PIIM (Programa de Integrado de Intervenção Municipal), o ordenamento do território de Benguela, embelezamento das cidades e vilas, iluminação pública, Estado de Emergência devido a Covid-19, dentre outras.

Em relação ao PIIM, acrescentou que a província tem no geral 62 projectos previstos, dos quais 31 encontram-se já em execução em cinco dos 10 municípios, devendo sete outros entrar igualmente em implementação, muito em breve, no município de Bocoio.

Entre os novos projectos já aprovados e em vias de cabimentação financeira pelo ministério de tutela, fazem parte um centro médico, duas escolas e obras de terraplanagem.

Ainda assim, Benguela tem outros 24 projectos que esperam também por implementação nos municípios de Benguela, Ganda, Lobito e Caimbambo.

Por sua vez, o responsável do Instituto Nacional de Estatística em Benguela, José Maria Martins, informou ao conselho que a população local cresceu de dois milhões, 36 mil e 662 habitantes, em 2014, para dois milhões, 611 mil e 74 habitantes, em 2020, um crescimento de 100 mil habitantes/ano.

As autoridades locais consideram estes números como desafiadores em termos da prestação dos serviços sociais básicos, nomeadamente o fornecimento de energia eléctrica e a distribuição de água potável aos novos bairros em crescimento.

Esta foi a primeira reunião ordinária do ano de conselho de auscultação das comunidades.

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