Guiné-Bissau tem 58 novos casos, número total de mortos sobe para 22

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A Guiné-Bissau aumentou hoje para 1.614 os casos acumulados de infeção por covid-19 no país, bem como o número de vítimas mortais que passou de 19 para 22, segundo o Centro de Operações de Emergência de Saúde (COES) guineense.

Segundo o coordenador do COES, Dionísio Cumba, entre segunda-feira e quinta-feira foram registados mais 58 novos casos de covid-19 no país.

“O país tem 1.614 casos acumulados desde o início da pandemia”, afirmou Dionísio Cumba, em conferência de imprensa para fazer a atualização da evolução da doença no país, provocada pela pandemia do novo coronavírus.

“Infelizmente, temos também mais três vítimas mortais. Estes óbitos ocorreram esta semana no Hospital Nacional Simão Mendes”, salientou.

Dionísio Cumba precisou também que há 29 pessoas internadas, nomeadamente 12 no hospital de Cumura, 10 no Hospital Nacional Simão Mendes e sete no hospital de Bor.

Em relação aos recuperados, o coordenador do COES disse que já foram identificadas 317 pessoas.

A Guiné-Bissau regista, segundo o médico, 1.275 casos acumulados ativos de covid-19, 22 vítimas mortais e 317 recuperados.

O Setor Autónomo de Bissau é o que regista o maior número de pessoas infetadas com covid-19.

No âmbito do combate à pandemia, o Presidente guineense, Umaro Sissoco Embaló, decidiu prolongar quinta-feira o estado de emergência por mais um mês, até 25 de julho.

A pandemia de covid-19 já provocou quase 487 mil mortos e infetou mais de 9,6 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em África, há 8.856 mortos confirmados em mais de 338 mil infetados em 54 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia naquele continente.

Entre os países africanos que têm o português como língua oficial, a Guiné Equatorial lidera em número de infeções e de mortos (1.001 casos e 32 mortos), seguida da Guiné-Bissau (1.614 casos e 22 mortos), Cabo Verde (1.003 casos e oito mortos), Moçambique (788 casos e cinco mortos), São Tomé e Príncipe (710 casos e 13 mortos) e Angola (212 infetados e 10 mortos).

O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, ao contabilizar o segundo número de infetados e de mortos (mais de 1,22 milhões de casos e 54.971 óbitos), depois dos Estados Unidos.

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