Edir Macedo acusa pastores angolanos de serem “invasores expulsos por má conduta e desvios morais”

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O líder da Igreja Universal do Reino de Deus, o brasileiro Edir Macedo reagiu aos acontecimentos em Angola, em que um movimento de bispos e pastores angolanos, denominados reformistas, decidiu romper com a liderança brasileira, afirmando tratar-se de “invasores, todos eles ex-bispos e ex-pastores da igreja, expulsos por má conduta e desvios morais”, diz a reação oficial da Igreja Universal no seu portal.

Reproduzindo a nota oficial da Universal de Angola, o comunicado diz que os bispos e pastores angolanos fazem parte de “um grupo de ex-pastores desvinculados da Instituição por práticas e desvio de condutas morais e, em alguns casos, criminosas e contrárias aos princípios cristãos exigidos de um ministro de culto”.

A instituição refuta as acusações de xenofobia afirmando que os “invasores estão a espalhar mentiras absurdas para confundir a sociedade angolana” e que “esses sim, têm promovido ataques xenófobos contra a Universal e o seu corpo eclesiástico”.

“Basta frequentar qualquer culto da Universal, em qualquer país do mundo, para comprovar que bispos, pastores e fiéis são de todas as origens e tons de pele, de todas as classes sociais. Além disso, em Angola, dos 512 pastores, 419 são angolanos, 24 são moçambicanos e quatro vieram de São Tomé e Príncipe. Ou seja, 87% são africanos”, diz a nota.

A igreja desmente igualmente a obrigatoriedade dos pastores serem submetidos a cirurgia de vasectomia, dizendo “trata-se de fake news facilmente desmentida pelo fato de que muitos bispos e pastores da Universal, em todos os níveis de hierarquia da Igreja, têm filhos. O que a Instituição estimula é o planeamento familiar, debatido de forma responsável por cada casal. A Igreja Universal sempre pautou pelo amor ao próximo, moralidade, civismo e respeito às autoridades constituídas”, diz o comunicado.

“O que se espera agora, é que as autoridades restabeleçam, com urgência, a ordem legal e possam assegurar que a Universal continue salvando vidas e prestando ajuda humanitária em Angola, como faz há 28 anos”, termina assim o comunicado.

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