Angola prepara-se para testes rápidos da covid-19

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O Instituto Nacional de Investigação em Saúde (INIS) está a tratar do processo de implementação dos testes rápidos da covid-19, no sentido de alargar a capacidade de diagnóstico da doença, afirmou hoje, quinta-feira, o secretário de Estado para Saúde Hospitalar, Leonardo Inocêncio.

Segundo o dirigente, que falava à imprensa, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, na recepção de mais 18 toneladas de material diverso de biossegurança e hospitalar, o país já dispõe de testes rápidos e que sua utilização depende da acreditação do INIS, que já trabalha neste dossier e em breve efectivar-se-á.

Para o secretário de Estado, a validação pelo INIS é de todo imperioso porque os testes rápidos apresentam algum nível de imprecisão nos seus resultados.

“ Estes testes têm vantagens e desvantagens. Eles dão a resposta imunológica, o grau de exposição da pessoa infectada com o vírus, com alguma probabilidade de falsos negativos e positivos. Daí poder-se-á efectuar-se o isolamento indevido ou a liberação do agente infectado, o que poderá proliferar a doença”, explicou.

Neste sentido, os procedimentos não dispensam a confirmação do teste em RTPCR, para dirimir eventuais dúvidas.

“ O teste RTPCR continua a ser o teste padrão no país, mas há necessidade de se alargar a capacidade de rastreio e pesquisas epidemiológicas com testes rápidos”, enfatizou.

Leonardo  Inocêncio fez saber que a comissão multissectorial encomendou mais testes e máquinas de RTPCR para ampliação da capacidade diagnóstica.

Sobre a situação do INIS, que a semana passada registou dois técnicos infectados, Leonardo Inocêncio, disse que já retomaram ao ritmo normal, depois de dois dias de paralisação.

“ Com o Instituto Nacional de Luta conta a Sida (INLS), a Clínica Girassol, o Hospital Militar e recentemente os hospitais Esperança e Sanatório de Luanda   a nossa capacidade de testagem tem vindo a aumentar significativamente”, concluiu.

Angola regista, até a presente data, 197 casos positivos (193, em Luanda, e quatro, no Cuanza Norte), com 110 activos, 77 recuperados e 10 óbitos.

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