Angola aumenta capacidade de resposta à covid-19

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No âmbito da prevenção e combate da covid-19, o país recebeu, até a presente data, mais de quatrocentas toneladas de material diverso de biossegurança e equipamento hospitalar, ultrapassando às 380, inicialmente adquiridas pela comissão multissectorial.

Nos últimos cinco dias, em três voos, Angola recepcionou 50 toneladas de material variado de biossegurança e equipamentos hospitalares, perfazendo 405, com destaque para mais de 600 ventiladores, entre invasivos e não invasivos, quatro laboratórios, mais de um milhão kits de fatos completos de biossegurança.

Já se encontram também ao dispor das autoridades sanitárias do país, quatro mil cento e setenta e quatro camas, das cinco mil previstas, testes RTPCR (para diagnósticos precisos), testes rápidos, Zaragatoas (material de colheita de amostras para testagem à covid-19), mais cem milhões, entre máscaras, Luvas, lençóis para camas, batas descartáveis, dentre outros materiais gastáveis.

Hoje, (quinta-feira), o país recebeu 18 toneladas, do décimo oitavo carregamento de material de biossegurança e equipamentos hospitalares, proveniente da República da China, contendo 204 ventiladores, 283 camas para cuidados intensivos, mais de cem caixas de testes rápido da covid-19.

No acto da recepção da mercadoria, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, o secretário de Estado para Saúde Hospitalar, Leonardo Inocêncio, justificou que o aumento do volume da mercadoria deve-se a necessidade de se ajustar aos meios inicialmente adquiridos, aliados a doações feitas por algumas instituições nacionais e multinacionais que operaram no país.

“ A comissão interministerial, vem aumentando o volume devido à necessidade adaptar a evolução da doença, salientando que ouve a precisão de complementar alguns kits de equipamento de protecção individual, que sobretudo, careciam de verdubos e, neste sentido, já realizamos alguns voos de reforço desses meios, paralelos as quantidades doadas e que se seguem mais carregamentos”, explicou.

Até ao momento, a TAAG, companhia Aérea Nacional, encarregada de transportar os meios da China para Angola já realizou dezoito voos com 20 toneladas de material em média.

Angola regista, até a presente data, 197 casos positivos (193, em Luanda, e quatro, no Cuanza Norte), com 110 activos, 77 recuperados e 10 óbitos.

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