ONU criticada por retirar coligação saudita da lista negra de agressores de crianças

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Diversas organizações de defesa de direitos humanos querem que a ONU reconsidere a posição de retirar a coligação liderada pelos sauditas na guerra do Iémen de uma lista negra de entidades que matam ou utilizam crianças em conflitos.

O apelo ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, foi feito por 24 organizações, que também solicitaram a reposição na lista das forças armadas de Myanmar, as Tatmadaw, por recrutarem e usarem crianças em conflitos.

Em carta dirigida a Guterres, divulgada na segunda-feira, as organizações declararam-se “profundamente desapontadas e perturbadas” pelas retiradas da lista e “consternadas” pelas disparidades entre o seu relatório anual sobre o envolvimento de crianças em conflitos armados, publicado há uma semana, e as decisões sobre esta lista negra.

Entre os subscritores do documento estão a Amnistia Internacional, Human Rights Watch, Global Center for the Responsibility to Protect, Médicos do Mundo, Conselho Norueguês dos Refugiados ou a Save the Children.

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