EUA endurece controles sobre quatro veículos de imprensa chineses

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O governo de Donald Trump mudou nesta segunda-feira (22) o estatuto de quatro veículos de imprensa estatais chineses, aos quais considera “órgãos de propaganda” de Pequim e as suas instalações nos Estados Unidos serão consideradas “missões diplomáticas estrangeiras”.

“Para assegurar uma transparência maior de entidades dirigidas pelo Partido Comunista chinês nos Estados Unidos, ordenei designar quatro órgãos de propaganda da República Popular da China mais como missões diplomáticas estrangeiras”, tuitou o secretário de Estado, Mike Pompeo.

“A partir de agora, deverão enviar ao Departamento de Estado a lista do seu pessoal” e os seus “bens imobiliários”, explicou aos jornalistas o secretário de Estado adjunto, David Stilwell.

Esta medida contra a Televisão central da China, a agência China News Service, o Diário do Povo e o Global Times se soma a outra similar tomada em fevereiro contra outros cinco veículos de imprensa chineses.

Esta decisão de fevereiro marcou no campo da imprensa um aumento da tensão entre as duas potências, que já estavam se enfrentando sobre a gestão do novo coronavírus.

No fim daquele mês, três jornalistas do jornal The Wall Street Journal (WSJ) foram expulsos da China em represália pelo título de um artigo que Pequim considerou racista.

Washington, por sua vez, reduziu fortemente a quantidade de chineses autorizados a trabalhar nos Estados Unidos para veículos do país.

Pequim reagiu ordenando a expulsão de outros correspondentes do WSJ, do New York Times e do Washington Post.

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