Polícia atenta aos novos “modus operandi” dos ilegais

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A Polícia Nacional (PN) na província do Zaire descobriu, há dias, os novos “modus operandi” que os imigrantes ilegais da vizinha República Democrática do Congo (RDC) utilizam para se introduzir no território nacional, nesta fase em que o país vive a Situação de Calamidade Pública, por conta da Covid-19.

De acordo com a corporação, em nota enviada hoje, segunda-feira, à ANGOP, para entrarem em Angola, de forma ilegal, estes imigrantes, auxiliados supostamente por angolanos que fazem lavras ao longo da fronteira, usam o traje destes para se disfarçar de camponeses.

O caso mais recente, segundo a corporação, aconteceu na passada sexta-feira (19) na comuna do Luvo, onde 11 cidadãos da RDC, disfarçados de camponeses, penetraram no território nacional, tendo sido detidos e repatriados de imediato para o país de origem.

“Eles chegam à fronteira e aliciam com alguns bens os camponeses que fazem lavras nas margens do rio Luvo (limite entre os dois países), para que estes disponibilizem o seu traje do campo”, lê-se na nota.

Acrescenta que, no mesmo dia, a Polícia de Guarda-Fronteira deteve 16 camponeses acusados de auxílio e promoção à imigração ilegal, que, após o interrogatório, foram postos em liberdade por insuficiências de provas criminais.

A corporação apela à população da província do Zaire, em geral, e das zonas fronteiriças, em particular, para se abster dessa prática, por constituir crime previsto e punível no Código Penal.

Quatro municípios da província do Zaire, designadamente M’banza Kongo, Soyo, Cuimba e Nóqui, partilham fronteira com a RDC, numa extensão de 310 quilómetros.

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