Huíla cria mapa sanitário para gestão dos serviços de saúde

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A gestão das unidades sanitárias da província da Huíla vai passar, ainda este ano, a ser feita com a utilização de um mapa sanitário digital, uma iniciativa do governo local e a ser desenvolvido pelo Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED-Huíla).

O projecto está previsto no plano de desenvolvimento sanitário do Ministério da Saúde de 2012 a 2025 virado para  a modernização dos sistemas de informação e gestão sanitária, que deixam de ser escritos em papel e passam para um instrumento de gestão sanitária digitalizado.

A informação foi avançada à Angop pelo director para a área científica de ISCED-Huíla, Valter  Chissingui, afirmando que o projecto teve início 2016, com levantamento de todas unidades sanitárias e escolas das províncias da Huíla e Namibe.

“Queremos, com esta ferramenta, trazer uma nova abordagem que são os mapas digitais, ao contrário dos mapas sanitários feitos em papéis,  que sempre que se constrói uma nova unidade ou quando são admitidos novos funcionários o mesmo fica desactualizado”, elucidou.

Realçou que os mapas digitais podem ser  actualizados  instantaneamente, pode-se  ter informação em tempo real em termos do número de pacientes, enfermeiros, médicos, unidades sanitárias em toda província, para traçar melhores estratégias sobre como gerir, capacitar, de entre outros aspectos ligados à gestão.

Acrescentou que o primeiro  beneficiário deste mapa  é o  Gabinete Provincial de Saúde, pois poderá gerir melhor as unidades sanitárias, a sua distribuição, a oferta de serviços, os recursos humanos que tem disponíveis em cada unidade e  assim dar as melhores respostas e aumentar a cobertura dos  serviços de saúde a nível da província da Huíla.

Sublinhou que o projecto compreende quatro módulos, três dos quais já executados, sendo que o primeiro circunscreve a acessibilidade às unidades sanitárias, o segundo é sobre a distribuição geográfica e o terceiro é a criação de novas unidades para se aferir onde devem ser feitas  de acordo com a necessidade da população.

No quarto módulo, segundo a fonte, estão a trabalhar com a Saúde Pública para encontrar financiadores para  terminar o projecto, trabalho que será feito em quatro meses, pois, apesar de não avançar valores, os módulos anteriores foram realizados  com um financiamento do Fundo Soberano.

O financiamento serviu para fazer o levantamento das unidades, na altura eram 267 e actualmente de 283, contabilizar o número de pessoal, microscópios, laboratórios e trabalhar mais com os dados recolhidos pelo Instituto Nacional de Estatística.             

“Esperamos  como resultados a gestão da saúde seja feita com base nessa nova tecnologia mais eficiente, pois prevê-se a regionalização  dos hospitais, para se diminuir a pressão do hospital central e outros de referência.

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