PGF aperta cerco nas fronteiras na Lunda Norte

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A Polícia de Guarda Fronteiras (PGF), na Lunda Norte, intensificou o controlo dos limites do território nacional com o objectivo de tornar eficaz a inviolabilidade da fronteira com a República Democrática do Congo (RDC) e combater a importação da pandemia da covid-19 para Angola.

Segundo o comandante da 7ª Unidade da PGF na Lunda Norte, Lourenço Filipe, que falava hoje, quarta-feira, à imprensa, as zonas de garimpo de diamantes são as que merecem uma atenção redobrada, por serem o epicentro da fixação dos imigrantes.

Disse que tal acção, que conta com o apoio da Polícia de Intervenção Rápida (PIR) e dos Comandos das Forças Armadas Angolanas, incide também nos pontos considerados caminhos “fiotes” utilizados pelos migrantes para entrar em Angola.

Nestes pontos, já identificados, foi reforçado o patrulhamento, contribuindo para a obtenção de resultados satisfatórios no controlo da fronteira.

A sétima unidade da PGF controla uma extensão de 490 quilómetros, dos 770 da fronteira que a Lunda Norte partilha com a RDC, onde estão instaladas três sub-unidades e 25 postos policiais.

Detenções nas últimas 24h00

Na madrugada de hoje foram detidos e imediatamente repatriados 41 cidadãos da RDC, no posto fronteiriço do Lolo, durante uma operação conjunta das forças da ordem.

Os cidadãos, segundo uma nota do órgão, a que a Angop teve acesso, foram detidos nos bairros Cavuba e Bananeiras, arredores do posto do Lolo.

Desde o encerramento das fronteiras, face ao novo Coronavírus, as autoridades locais já repatriaram mais de seis mil imigrantes ilegais.

A província da Lunda Norte partilha uma fronteira de 770 quilómetros com a RDC, um dos primeiros países africanos a diagnosticar casos positivos da covid-19.

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