IDA incentiva agricultores a aderir aos meios mecanizados

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O director-geral adjunto do Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA) para a Área Técnica, Tarciso João Baptista, encorajou, no sábado, no Lubango, os agricultores associados a aderirem ao projecto da Brigada Mecanizada de Equipamentos Agrícolas para a Colheita, a fim de minimizarem o desgaste físico e aumentar a produtividade.

O projecto lançado em 2019, pelo IDA e o Ministério da Agricultura tem, entre outras finalidades, providenciar o aceso as tecnologias intermédias e pequenos equipamentos de inovação tecnológica a preços justos por parte das famílias camponesas.

Dinamizar o processo de comercialização rural e aprovisionamento de pequenos equipamentos agrícolas no meio rural, substituição paulatina dos meios manuais por tecnologia intermédia e pequenos equipamentos de inovação tecnologica, são outros propósitos. 

O responsável, que falava durante uma demonstração dos equipamentos aos produtores locais, afirmou que estes fazem muito esforço físico e realizam actividades muito penosas na sua actividade produtiva, com rendimentos baixos.

Adiantou que, em função das áreas que exercem, se optarem pelos meios mecanizados terão maiores facilidades e aumento dos rendimentos.

A título de exemplo referiu que se o camponês tiver de debrulhar milho em 30 minutos manualmente, com o equipameto faz somente dois minutos.

Sobre o processo de demonstração do funcionamento dos  visa sensiblizar as pessoas, para aderir o programa, em função das suas necessidades e dos equipamentos de que necessitam.

Entre os equipamentos constam  para maneio dos campos cultivados (salchadores manuais, pulverizadores de dorso), colheita e pós-colheita (ceifeiras e colhedeiras manuais, debrulhadores e descasques de cereais e leguminosas ensacadores de grão). 

“Os interessados devem dirigir-se as Estações de Desenvolvimento Agrário. Estas reunem o processo para o Departamento Provincial do IDA, que encaminha para  Luanda. O instituto é apenas o facilitador, faz a divulgação e negocia com os empresários as modalidades do reembolso dos trabalhadores”, frisou.

Por sua vez a directora do Gabinete Provincial da Agricultura, Pecuária e Pescas da Huíla, Mariana Soma, realçou que o projecto permite  maior comodidade aos agricultores no processamento da produção e minimiza as perdas pós-colheitas.

Referiu que a tecnologia  agrega valor ao trabalho, uma oportunidade das famílias poderem efectuar em pouco tempo a colheita, o ensacamento da produção e condicionar melhor os restos da colheita para aproveitar no consumo do gado ou para a ferilização orgânica. 

O projecto, numa segunda fase, contempla associações, cooperativas, grupos solidários e produtores individuais com estrutura organizativa e de gestão funcional, cujos requisitos passam por ter a capaidade de  pagamento do crédito, ter experiência de trabalho e manuseamento comprovado de pequenos equipamentos como motorizadas, motobombas,  motorizados, entre outros. 

Para além da Huíla, a equipa do IDA já passou pelo Cuanza Sul, Bié e Huambo, onde se procedeu a presentação do projecto da Brigada Mecanizada de Equipamentos Agrícolas para a Colheita.

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