País recebe mais de três mil camas para cuidados intensivos

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Pelo menos três mil e 20 camas para pacientes em cuidados intensivos, das cinco mil previstas, já se encontram no país, como parte também das 380 toneladas de material diverso de biossegurança e equipamento hospitalar, adquiridas à China para fazer face à covid-19.

Hoje, chegou ao país mais um carregamento de 25 toneladas de material diverso, com destaque para camas 280 camas (do tipo tripartida), mais de dois milhões de mascaras, entre cirúrgicas e N95 (uso corrente), reagentes, luvas, batas, óculos, viseiras, dentre outros meios de protecção individual.

Após o décimo terceiro voo da TAAG, que entre outros meios, carrega em média 250 camas tripartidas, com peso bruto de 70 kilógramas cada, o país contabiliza três mil e vinte (3.020) leitos para cuidados intensivos, que vêem reforçar a qualidade de atendimento hospitalar no país.

Na recepção dos meios, o secretário de Estado para a Aérea Hospitalar, Leonardo Inocêncio, disse que os meios continuam a ser distribuídos pelas 18 províncias do país e que as camas vão apetrechar as aéreas de cuidados intensivos dos hospitais, sobretudo os de campanha.

O secretário de Estado para a Aérea Hospitalar, explicou, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, que as camas tripartidas permitem a posição de fole (semi-sentada), que facilita a respiração e o intercâmbio de gazes, especificamente com uso de oxigénio.

De acordo com o responsável, os meios adquiridos são fundamentalmente para atender a pandemia covid-19, mas sem descurar os outros problemas de saúde atendidos nas diversas unidades hospitalares do país.

Leonardo Inocêncio apelou aos responsáveis e técnicos da saúde para o uso racional dos meios de protecção individual, visto que os materiais de biossegurança que estão a chegar a todo o país obedecem a três níveis (1, 2 e 3), e tem-se verificado algumas irregularidades do seu uso.

Até à data, a TAAG já colocou no país cerca de 315 toneladas, por via de 13 voos, com destaque para mais de 260 ventiladores entre, invasivos e não invasivos, e mais de cem mil kits de fatos de biossegurança, numa altura em que  Angola regista 130 infectados, dos quais 42 recuperados, 83 activos e 5 óbitos.

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