Rússia registou em maio número de mortes sem precedentes em dez anos

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As autoridades russas anunciaram hoje 15.713 mortes registadas em maio, incluindo 5.260 por covid-19, um total sem precedentes nos últimos dez anos, e que representa um aumento 57% em relação ao mesmo período de 2019.

Segundo o departamento de saúde da capital russa, não registavam tantas mortes desde o verão de 2010, quando a cidade de Moscovo mergulhou numa onda de calor histórica”, noticia hoje a Agência France Press (AFP).

De acordo com números oficiais hoje revelados seria preciso recuar a julho (14.340 mortos) e agosto de 2010 (15.016) para encontrar um número de mortes equivalente ao de maio de 2020.

As autoridades russas explicam ainda que “em 2.757 casos, a covid-19 é a principal causa de morte e que, em 2.503, a doença causada pelo novo coronavírus é a causa secundária, sendo que apenas a primeira categoria é levada em consideração nas estatísticas epidémicas.

O departamento russo de saúde acrescenta que desde o início da pandemia de covid-19 foram recuperadas 65.000 pessoas “gravemente doentes”.

Segundo AFP, “as estatísticas oficiais da Rússia incluem apenas as mortes confirmadas após a realização da autópsia, e em que a doença covid-19 é considerada a principal causa”, uma das razões que explicam o facto da Rússia apresentar uma menor taxa de mortalidade pelo novo coronavírus que outros países.

O Governo Russo aponta ainda, entre outras medidas para combater a epidemia, o encerramento de fronteiras, a reorganização do sistema hospitalar ou uma política massiva de triagem com 13,5 milhões de exames realizados até o momento.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 411 mil mortos e infetou mais de 7,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo o balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano passou a ser o que tem mais casos confirmados, embora com menos mortes.

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