Angola recebe mais 33 toneladas de material diverso de biossegurança

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

No quandro da prevenção e do combte à covid-19, Angola recebeu, neste domingo (dia 31), mais 33 toneladas de material diverso de biossegurança e hospitalares, com destaque para 80 ventiladores invasivos para pacientes em cuidados intensivos.

Deste lote, constam também máscaras N95 (de uso corrente) e de procedimentos (para manuseio de pacientes) e as cirúrgicas,  assim como fatos de protecção individual, camas hospitalares, batas e luvas, dentre outros materiais gastáveis, constatou a Angop.

Na referida carga, destacam-se também equipamentos de laboratório e as zaragatoas (material de colheta de amostra), como parte do lote de 380 toneladas, provenientes da China, adquiridas pelo executivo angolano.

No acto de recepção dos meios, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o secretário de Estado para a Área Hospitalar, Leonardo Inocêncio, disse estarem já no país mais de 250, das 380 toneladas de material de biossegurança, importadas pelo Governo no país asiático.

Com isso, segundo o secretário de Estado, Angola já conta com um grande volume de material de biossegurança, em distribuição pelas 18 províncias de Angola, para fazer face à covid-19.

Sobre os oitenta ventiladores chegados no princípio da tarde, Leonardo Inocêncio disse que serão colocados, fundamentalmente, nas localidades com unidades hospitalares mas com défice de especialistas em cuidados intensivos, como vistas a termos alternativas.

Na mesma senda, o responsável afirmou que o país aguarda por mais 70 ventiladores invasivos, para completar os 150 adquiridos, a par dos 150 ventiladores não-invasivos que já se encontram no país.

Por outro lado, disse, a respeito do Dia Mundial sem Tabaco, assinalado hoje, que Angola é pioneira na luta contra essa substância, e que no ano passado o país foi agraciado com uma medalha de nível mundial nesta luta.

“Apelamos as populações a absterem-se do uso do tabaco, pois nesta altura que Angola e o Mundo se debatem com a pandemia covid-19, os fumadores de tabaco estão mais propensos a complicações, do que os não fumadores. Pos, o melhor mesmo é não fumar”, alertou.

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

Designed by nzaylakasesa,lda.