Moradores da Centralidade do Lobito pedem serviços sociais

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Dois anos depois da abertura da Centralidade do Lobito, em Benguela, os moradores ressentem, até hoje, da falta de bancos comerciais, transportes públicos e lojas.

Os habitantes da nova urbanização do Lobito queixam-se, ainda, do facto de as redes de telefonia móvel e Internet apresentarem problemas, tornando a comunicação muito difícil.

Para ter acesso as agências bancárias, os moradores da centralidade são obrigados deslocar-se ao bairro vizinho da Bela Vista, cerca de cinco quilómetros, onde estão concentrados os balcões do BPC, BFA, BIC e Banco SOL.

Paralelamente, quem não tem um veículo automóvel, gasta 600 kwanzas ida e volta, nos serviços de moto-táxi, partindo da rotunda à entrada do bloco C, o mais povoado de momento, tendo em conta que os táxis “azul e branco” não circulam dentro daquela localidade.

José da Silva, residente há cerca de um ano e meio, lamenta o facto de os moradores não vislumbrarem, até ao momento, nenhuma solução para a difícil situação que enfrentam, desde a entrega das primeiras casas, em Dezembro de 2017.

O cidadão, que falava à ANGOP, afirma que se corre o risco de um dia  alguém  precisar de socorro e não ser ajudado num destes troços da Centralidade, por não conseguir comunicar-se por telefone.

Francisco Gildo, outro morador, manifestou o seu descontentamento face à inexistência de serviços sociais básicos.

Em resposta às preocupações dos moradores, o administrador-adjunto da Centralidade do Lobito, Victor Chiteculo, esclareceu que a demora na instalação de serviços sociais deve-se à morosidade da resposta da Empresa de Gestão de Terrenos Infraestruturados, EGTI, responsável pelo loteamento e distribuição dos espaços baldios em todas as centralidades do país.

Ainda assim, Victor Chiteculo assegurou que a administração local manteve já contactos com o Banco Keve e a TV Cabo no sentido de expandirem os seus serviços àquela zona.

Depois da abertura de uma esquadra policial, um centro de saúde, três escolas, estão a tentar instalar uma unidade dos Serviços de Protecção Civil e Bombeiros e uma loja de registos de identificação.

Em relação ao transporte de pessoas e bens, sublinhou a construção em curso de um terminal de passageiros da empresa Rosalina Express, nos arredores da centralidade, para atender  também os bairros da Zona Alta.

A centralidade do Lobito alberga 856 vivendas e 2.144 apartamentos, divididos pelos aglomerados A, B, C, D e F.

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