BNA reconhece deficiências e fragilidades no BPC e quer medidas de proteção de ativos

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O Banco Nacional de Angola (BNA) orientou o Banco de Poupança e Crédito (BPC) para acelerar a implementação de medidas de protecção dos ativos à sua guarda, informou, esta terça-feira, o governador José de Lima Massano.

O BPC, maior banco público do país, foi, recentemente, vítima de uma fraude no valor de 400 milhões de kwanzas.

“Ficamos muito preocupados quando fraudes desta magnitude ocorrem no sistema financeiro e nos nossos operadores”, indicou o governador do BNA.

José de Lima Massano falava à imprensa, à margem da reunião da Comissão Económica do Conselho de Ministros, orientada pelo Presidente da República, João Lourenço.

O governador do BNA reconhece que o BPC tem um conjunto de deficiências e fragilidades, que motivaram a instituição bancária a adoptar um programa de restruturação nos seus sistemas de controlo interno.

Em 2019, informou, o BNA conduziu uma avaliação dos ativos da banca e o BPC reprovou neste sentido.

“Em termos de controlo interno, o BPC deve acelerar a implementação de medidas que protejam melhor os activos que tem à sua guarda”, reforçou, afirmando ser necessário repor, rapidamente, a capacidade de confiança aos depositantes.

O BPC, que possui um universo de cerca de cinco mil trabalhadores, é detido a cem por cento por entidades estatais.

Directamente, o Estado angolano detém 75 por cento do capital, enquanto o Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) subscreve 15 por cento e a Caixa de Segurança Social das FAA os restantes 10 por cento.

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