Académicos dizem que apoio da SADC vai limitar-se à dimensão político-diplomática

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Académicos moçambicanos defendem que o apoio da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral no combate aos grupos armados em Cabo Delgado limitar-se-á à dimensão político-diplomática, mas destacam a importância do organismo para evitar que o “terrorismo” afete a região.

“A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral [SADC] não tem forças armadas nem um quartel. Portanto, esse posicionamento é, na verdade, um aval para que os países da região possam cooperar com Moçambique, mas não os obriga a fazer isso. Não é um indicativo de que teremos apoio”, disse à Lusa o académico moçambicano Paulo Wache.

Em causa está uma reunião na terça-feira passada da ‘troika’ do órgão de Política, Defesa e Segurança da comunidade sub-regional, em Harare, capital do Zimbabué, onde o órgão se “comprometeu e instou os Estados-membros da SADC a apoiar o Governo de Moçambique na luta contra os “grupos terroristas” que já provocaram a morte de 550 pessoas em Cabo Delgado, norte de Moçambique, desde 2017.

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