Espanha vai impor uso obrigatório de máscara nos locais públicos

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A ministra das Finanças e porta-voz do Governo de Espanha anunciou hoje que o executivo vai aprovar nos próximos dias o uso obrigatório de máscaras em locais públicos, para limitar o contágio pelo novo coronavírus.

Atualmente, e desde 4 de maio, as máscaras só são obrigatórias em Espanha nos transportes públicos, embora fortemente recomendadas pelas autoridades nos locais públicos.

A ministra María Jesús Montero falava em conferência de imprensa juntamente com o ministro da Saúde, Salvador Illa, que disse que “há um amplo consenso [entre os governadores das várias regiões] para impor a obrigação de usar máscara”.

A ministra das Finanças adiantou também que vão ser eliminadas as faixas horarias de saída à rua os municípios até 10.000 habitantes, como já acontece com os municípios com menos de 5.000 habitantes.

O estabelecimento de horários para determinadas atividades — saída de crianças, idosos e praticantes de desporto – entrou em vigor a 2 de maio em todo o território espanhol, com exceção dos municípios com menos de 5.000 habitantes.

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, anunciou no sábado a intenção de prolongar o estado de emergência por mais um mês.

Madrid e Barcelona, as duas maiores cidades de Espanha, continuam sob rigoroso confinamento, na “fase zero” de desescalada, por terem sido as zonas mais atingidas pela pandemia provocada pelo novo coronavírus.

Na segunda-feira, a “fase um” vai ser estendida a 14 regiões, que representam cerca de 70% da população, e entra em vigor a “fase dois” nas ilhas das Canárias e Baleares, as primeiras zonas a iniciar o desconfinamento.

Espanha, um dos países do mundo mais atingido pela pandemia de covid-19, registou nas últimas 24 horas 87 mortes, o número mais baixo dos últimos dois meses, segundo as autoridades. 

No total, o país contabiliza desde o início da pandemia 27.650 mortes associadas à covid-19, 8.847 das quais em Madrid. 

Surgido em dezembro na China, o SARS-CoV-2 já infetou 4,6 milhões de pessoas em todo o mundo e fez perto de 312 mil mortos, segundo um balanço de hoje da agência AFP.

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