Brasil com 844 mortos e quase 14 mil novos casos nas últimas 24 horas

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O Brasil registou 844 mortos e 13.944 infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, o maior número diário de novos casos desde o início da pandemia, informou na quinta-feira o Ministério da Saúde.

No total, o país sul-americano já ultrapassou os 200 mil casos confirmados da doença (202.918) e totaliza 13.993 óbitos.

Os números foram divulgados na noite de quinta-feira pelo Ministério da Saúde, que anunciou a recuperação de 79.479 doentes infetados pelo novo coronavírus, sendo que 109.446 continuam sob acompanhamento. Está ainda a ser investigada a eventual relação de 2.000 mortes com a doença covid-19.

O aumento no número de mortes no Brasil foi de 6,4%, passando de 13.149 na quarta-feira para 13.993 na quinta-feira. Já em relação ao número de infetados, o crescimento foi de 7,3%, passando de 188.974 para 202.918 casos confirmados de infeção.

São Paulo, epicentro da doença no país, totalizou 4.315 mortos e 54.286 infetados, seguindo-se o Ceará, com 1.413 vítimas mortais e 21.077 pessoas diagnosticadas com covid-19.

O terceiro estado a concentrar o maior número de casos é o Rio de Janeiro, que já contabilizou 2.247 óbitos e 19.467 casos de infeção.

Em todo o território brasileiro, apenas duas das 27 unidades federativas do país ainda não ultrapassaram a barreira dos mil casos da doença: Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Um inquérito inédito realizado pelo Conselho Federal de Medicina do Brasil, divulgado pelo jornal O Globo, registou mais de duas mil denúncias de médicos que atuam na linha frente do combate ao novo coronavírus, que relataram falta de exames para detetar a doença, assim como ausência de equipamentos de proteção, como máscaras, luvas, batas ou até sabão para higienização.

O inquérito foi realizado via internet com médicos de todo o país entre os dias 30 de março e 06 de maio, sendo que as regiões que registaram mais queixas foram o sudeste (44%), nordeste (28%) e sul (12%), segundo O Globo.

Falta de equipamentos de proteção individual, como máscaras, luvas e batas (38%), falta de exames para deteção da doença e medicamentos (18,9%), carência de recursos humanos como médicos, enfermeiros e técnicos (13,7%), falta de material para higienização como sabonete líquido e desinfetantes (13,5%), falhas no processo de triagem (11%) e dificuldade de acesso a camas para os doentes (4,8%) foram os pontos mais denunciados pelos profissionais de saúde brasileiros.

Segundo o portal Worldometer, que compila quase em tempo real informações da Organização Mundial da Saúde, dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças, de fontes oficiais dos países, de publicações científicas e de órgãos de informação, o Brasil testou 3.459 pessoas por cada um milhão de habitantes (o país tem 210 milhões de habitantes).

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 300 mil mortos e infetou quase 4,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 1,5 milhões de doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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