“É difícil o africano acreditar numa doença que não vê” — antropólogo guineense

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O antropólogo guineense Hamadou Boiro defendeu hoje que o alastramento da infeção pelo novo coronavírus na Guiné-Bissau também pode ser explicado pelo facto de ser difícil para um africano acreditar numa doença que não vê.

Em pouco mais de um mês, subiu de dois para mais de 800 o número de casos de infeção pela covid-19 e o antropólogo social do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (INEP) da Guiné-Bissau antevê a continuação da tendência, “se não forem adotadas novas estratégias”.

“A doença existe, há pessoas a morrerem na Europa, mas aqui não há assim tantos mortos e felizmente ou infelizmente temos muita gente assintomática, pessoas com vírus, mas que não sentem nada, mas que podem estar a transmitir o vírus a outras pessoas”, observou Hamadou Boiro.

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