Realização de cultos religiosos pode “valer” um ano de suspensão

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As igrejas que realizarem cultos no período de vigência do novo Estado de Emergência (EE), de 11 a 25 de Maio, poderão ter as actividades suspensas por período de até um ano.

A advertência foi feita este domingo, pelo ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, que reiterou a proibição de todas as actividades religiosas de massa, enquanto vigorar a terceira prorrogação do regime de excepção.

Conforme o governante, que explicava os termos do Decreto Presidencial que prorroga o novo EE, pretende-se, com esta medida, acabar com a realização de cultos clandestinos.

“Foi evidente, durante as fases passadas do Estado de Emergência, a detenção de pastores de denominações religiosas por violação das normas”, declarou, antes de fundamentar a medida.

Adão de Almeida reafirmou que os cultos religiosos colectivos continuam proibidos, mantendo-se também a interdição de circulação dos cidadãos não abrangidos pelas excepções, que devem permanecer em isolamento social nas respectivas casas.

No quadro das novas medidas para conter a proliferação da covid-19, o Governo angolano mantém a cerca sanitária à província de Luanda, não podendo haver entradas e saídas de cidadãos.

A circulação de pessoas e bens é permitida nas demais 17 provinciais do país, para efeitos de actividade comercial.

Ficam proibidas as viagens de lazer, entre os cidadãos aí residentes. Angola tem, até à presente data, o registo de 45 casos positivos, sendo 18 de transmissão local.

Ainda não há contaminação comunitária. O país continua com dois óbitos, 13 recuperados e 30 doentes activos (estáveis).

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