Mais de 280 mil mortos e mais de 4,1 milhões de infetados em todo mundo

Mais de 280 mil mortos e mais de 4,1 milhões de infetados em todo mundo

A pandemia do novo coronavírus já matou pelo menos 282.447 pessoas e infetou mais de 4,1 milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP, às 11:00 hoje, baseado em dados oficiais.

De acordo com os dados recolhidos pela agência noticiosa francesa, já morreram pelo menos 282.447 pessoas e há mais de 4.117.740 infetados em 195 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro de 2019 na cidade chinesa de Wuhan.

A AFP alerta que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que um grande número de países está a testar apenas os casos que requerem tratamento hospitalar. Entre esses casos, pelo menos 1.388.600 foram considerados curados.

Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada à covid-19 no início de fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de mortes e casos, com 79.528 óbitos em 1.329.799 casos.

Pelo menos 216.169 pessoas foram declaradas curadas pelas autoridades dos Estados Unidos.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Reino Unido, com 31.855 mortes em 219.183 casos, a Itália com 30.560 mortes (219.070 casos), a Espanha com 26.744 mortes (227.436 casos) e França com 26.380 mortes (176.970 casos).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, contabilizou 82.918 casos (17 novos entre domingo e hoje), incluindo 4.633 mortes (nenhuma nova) e 78.144 curados.

A Europa totalizou 156.449 mortes para 1.748.140 casos, Estados Unidos e Canadá 84.338 mortes (1.397.802 casos), América Latina e Caraíbas 20.888 mortes (373.716 casos), Ásia 10.736 mortes (299.747 casos), Médio Oriente 7.636 mortes (227.086 casos), África 2.275 mortes (62.968 casos) e Oceânia 125 mortes (8.284 casos).

Esta avaliação foi realizada com dados recolhidos pela AFP junto de autoridades de saúde e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Fonte: Lusa

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