Seis pessoas foram condenadas a penas de 1 a 6 anos por furto de diamantes

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Seis cidadãos nacionais foram condenados, terça-feira, pelo tribunal provincial da Lunda Sul, a penas de um a seis anos de prisão maior, por furto de nove pedras de diamantes à Sociedade Mineira de Catoca.

Trata-se dos réus, Fernando Pangula, Luís António, César Colina, Leve Evaristo, Maria Torre e Maria Lote, ex-funcionários da Sociedade Mineira de Catoca, da Empresa de Segurança OMEGA e do Corpo de Diamantes (CSD), que a 4 de Setembro de 2019 furtaram minerais estratégicos no “bunker” da Central de Tratamento Número-1 da referida instituição.

O Juiz do Tribunal provincial da Lunda Sul, Rosalino Domingos, deu como procedente e provada a acusação, tendo condenado os réus, Luís António, autor do crime, a pena de seis anos de prisão maior e o pagamento de 900 mil kwanzas ao Estado, por danos patrimoniais.

Enquanto os réus César Colina, Levi Evaristo e Miguel Torre na qualidade de cúmplices, foram condenados nas penas de três anos de prisão maior e uma indemnização de  600 mil kwanzas.

Na qualidade de encobridor, Fernando Pangula vai cumprir um ano e cinco meses de prisão maior, assim como o pagamento de 400 mil Kwanzas de indemnização ao Estado.

Já, Maria Lote foi condenada a pena de um ano e quatro meses de prisão e multa de 250 mil Kwanzas de indemnização ao Estado.

Este é o primeiro caso de julgamento de roubos de diamantes este ano.

A Sociedade Mineira de Catoca, responsável pela produção de mais de 75 por cento de diamantes do país, está localizada na província da Lunda Sul, sendo a quarta maior mina do mundo explorada a céu aberto.

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