Falta de reagentes impede o início das testagens no Cuanza Norte

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A falta de alguns componentes técnicos está a retardar a entrada em funcionamento do aparelho para a testagem de casos de Covid-19 na província do Cuanza Norte, afirmou, nesta terça-feira, a directora do Gabinete Provincial da Saúde, Filomena Wilson.

Em declarações à ANGOP, a responsável afirmou que a utilização do referido aparelho, montado no passado mês de Março, seguido do treinamento dos técnicos que deverão assegurar o seu manuseio, está dependente da disponibilização de reagentes e uma câmara de fluxo-laminar, cuja aquisição só e possível no exterior do país.

Afirmou que o aparelho dispõe de uma característica multifacética, pois, a par da testagem da Covid-19, serve também para a realização de diagnósticos da malária, tuberculose e outras doenças.

Noutro sentido, referiu que o Cuanza Norte dispõe das condições mínimas para atendimento de qualquer caso de Covid-19, em virtude de ter sido criado um centro de quarentena e um hospital de campanha na cidade de Ndalatando, com mais de 60 camas e equipamentos para atendimentos de casos de emergência.

No que concerne às medidas de prevenção, a médica lamentou a fraca colaboração dos cidadãos, sobretudo no cumprimento da obrigação de se manterem em casa e no uso de máscaras em locais públicos.

Filomena Wilson disse que as autoridades sanitárias da província do Cuanza Norte têm sob acompanhamento dez cidadãos regressados em Março último de Portugal e Brasil, que esperam pelos resultados dos testes feitos.

Apesar dos referidos cidadãos se encontrarem a observar uma vida normal, referiu, continuarão sob acompanhamento das autoridades sanitárias, referiu.

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