Huíla regista mais de cem mil casos de malária no primeiro trimestre

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

Pelo menos 101 mil e 224 casos de malária foram diagnosticados durante o primeiro trimestre deste ano, mais 32 mil e 546 comparativamente ao igual período de 2019, tendo como epicentros os municípios da Matala, Quilengues e Lubango.

Ao todo, neste período, a doença, que é a principal causa de mortes na província, matou 461 pessoas, contra 269 do primeiro trimestre do ano passado, informou hoje, no Lubango, a directora do gabinete provincial da saúde, Luciana Guimarães.

Ao falar  à imprensa à margem de um seminário em gestão de casos da doença nas comunidades, Luciana Guimarães, afirmou que a Matala registou no período em causa 20 mil e 717 (+6.220), Quilengues 17.496 (+16.741), Chicomba 8.306 (-3.529), Caconda 8.277 (+4.106), Lubango 8.170 (+360), Quipungo 6.518 (+2.360), Cuvango 7.225 (+96) e Chipindo 6.920 (+2.853).

O município da Jamba 4.514 (-74), Cacula 4.166 (+3.991), Caluquembe 3.718 (+2.940), Chibia 711 (+341) e Humpata 331 (+152), sendo o município dos Gambos o único que viu reduzir o número de casos ao registar 769, menos 585 que em igual período de 2019.

A médica indicou que só o hospital central Dr. António Agostinho Neto assistiu 1.350 casos (-300), o hospital Pediátrico Pioneiro Zeca 1.822 (+772), a maternidade Irene Neto 109 (-49) e o sanatório local 105 (-58) casos.

A malária é uma doença infecciosa febril aguda causada por protozoários transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. Toda pessoa pode contrair a malária. Indivíduos que tiveram vários episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma no caso de uma nova infecção.

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

Designed by nzaylakasesa,lda.