Treze angolanos morrem vítimas da covid-19 na Europa e nos EUA

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Treze angolanos morreram no exterior do país vítimas da covid-19, Portugal é o que mais mortes de angolanos registou 7, seguido dos Estados Unidos da América com 3, França com 2 e Inglaterra com 1.

Esses dados foram avançados pela ministra da Saúde, Silvia Lutucuta, hoje, domingo, na habitual conferência de imprensa que serviu para actualizar o estado do país sobre a covid-19.

Os angolanos falecidos em Portugal faziam parte da Junta Médica, enviados em Lisboa, pelo Estado, para tratar de doenças terminais, enquanto os óbitos registados nos EUA são nacionais residentes há muito tempo naquele país.

A ministra assegurou que por via dos serviços diplomáticos têm monitorado boa parte dos angolanos que estão padecendo da doença no exterior, com destaque para Portugal, onde se encontra um número maior a se tratar contra doenças crónicas.

Informou que devido ao grau de letalidade e de contágio da doença, os protocolos internacionais proíbem a transladação dos corpos, razão pela qual os enterros ocorreram nos países em que padeceram.

Com o novo caso anunciado hoje, eleva-se para 26 o número de infectados no país, todos importados, entre os quais dois mortos, seis recuperados (com duas altas médicas).

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