Guiné-Bissau confirma primeira vítima mortal

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O Centro de Operações de Emergência da Saúde da Guiné-Bissau confirmou hoje a primeira vítima mortal de covid-19 no país, que pertencia às forças de segurança, e aumentou para 53 o número de casos.

“Trata-se de um alto funcionário do Ministério do Interior”, disse aos jornalistas o médico Dionísio Cumba, presidente do Instituto Nacional de Saúde, na conferência de imprensa diária para fazer o balanço da evolução da doença no país.

Segundo o médico, a vítima mortal entrou no Hospital Nacional Simão Mendes na sexta-feira e morreu no sábado ao final do dia.

“Ainda não foi identificada a cadeia de transmissão da vítima mortal, mas teve contactos com muitas pessoas. Vai ser um caso difícil de investigar”, salientou Dionísio Cumba.

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, prolongou hoje o estado de emergência no país até 11 de maio no âmbito do combate à pandemia do novo coronavírus.

O Presidente guineense justificou a decisão de prolongar por mais duas semanas o estado de emergência por considerar que o “país ainda não está em condições de afirmar ter o controlo de toda a situação”.

No âmbito do combate à pandemia, as autoridades guineenses encerraram as fronteiras, bem como serviços não essenciais, incluindo restaures, bares e discotecas, e locais de culto religioso.

Foram também impostas medidas de restrição de circulação, que só autorizam as pessoas a sair de casa entre as 07:00 e as 12:00 para abastecimento de bens essenciais.

Umaro Sissoco Embaló declarou pela primeira vez o estado de emergência no país em 28 de março.

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