Covid-19: Doentes gastam até 16 milhões de Kwanzas

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O custo do tratamento de um doente infectado pelo novo coronavírus (Covid-19), em estágio leve, pode chegar aos 16 milhões de kwanzas, informou hoje (sexta-feira), em Luanda, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta.

Ao falar na habitual conferência de imprensa de actualização de dados da pandemia, em que Angola continua sem novos casos nas últimas 24 horas, a ministra precisou que os custos podem subir, até esse valor, nos casos mais graves da doença que assola o Mundo.

Relativamente ao material de biossegurança, Sílvia Lutucuta disse, sem pormenorizar, que o kit custa acima de 50 dólares norte-americanos, enquanto cada análise varia entre os USD 70 e 86.

Já os fatos de biossegurança, segundo a governante, cada chega a custar o equivalente a 30 mil kwanzas, ao passo que o teste 40 mil. “Imagine que cada paciente deve ser testado quatro a cinco vezes”, exemplificou.

A ministra apela, por isso, para a saúde preventiva, que implica a lavagem das mãos com água e sabão, o uso de álcool gel e de máscaras em todos locais com aglomerados e em lugares fechados, além do distanciamento social

Quanto às máscaras, disse que, pelo facto de haver inflação dos preços desse equipamento, a população pode usar as artesanais (feitas de panos), desde que obedeçam os níveis das camadas recomendadas.

Sobre os dados das últimas 24 horas, informou estar em investigação um caso suspeito da Covid-19, denunciado via Centro Integrado de Segurança Pública (CISP), cujo resultado será divulgado brevemente.

O laboratório central já analisou mil 957 amostras, 25 das quais positivas, mil 564 negativas, estando 278 em processamento, numa altura em que Angola regista 25 casos positivos, dois óbitos e seis recuperados.

Por agora, informou Sílvia Lutucuta, existem 17 casos activos em acompanhamento médico, um total de 691 pessoas em quarentena, além de ter sido dada alta a quatro cidadãos – dois em Luanda e igual número em Cabinda.

“Vamos continuar a controlar os sinais da doença, que se manifesta essencialmente pela febre alta, tosse e dificuldade respiratória”, concluiu a, também, porta-voz da Comissão Interministerial para Resposta à Covid-19.

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