Marinha dos EUA regista novo surto em navio

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

Um surto do novo coronavírus afetou mais um navio da marinha norte-americana, que vai regressar à sua base, informaram hoje as Forças Armadas dos EUA.

Pelo menos 17 membros da tripulação do navio ‘destroyer’ “USS Kidd” estão infetados com o novo coronavírus e as equipas médicas estimam que o número possa subir, disse a marinha dos Estados Unidos, num comunicado.

O “USS Kidd” está a navegar nas águas do Caribe, numa missão de combate ao tráfico de droga na região, devendo agora regressar à sua base.

Um dos tripulantes que apresentava sintomas de covid-19 foi transportado para um centro médico, onde testou positivo, levando o comandante do navio a pedir o rastreamento dos seus contactos.

“Ele [tripulante] já está a recuperar e vai ficar isolado. Estamos a tomar todas as precauções para garantir que identificamos, isolamos e evitamos a propagação a bordo”, afirmou o contra-almirante Don Gabrielson, comandante do Comando Sul das Forças Navais dos Estados Unidos e da Quarta Frota.

A marinha adiantou que o navio regressará à base, onde a tripulação continuará a limpar e desinfetar o navio, observando os protocolos das autoridades sanitárias.

A marinha norte-americana já tinha registado um outro surto do novo coronavírus a bordo do “USS Theodore Roosevelt”, um porta-aviões ancorado em Guam, onde foram registados mais de 800 casos de contaminação.

Os Estados Unidos registaram mais de 800.000 casos de infeção com o novo coronavírus, com cerca de 50.000 mortes.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de covid-19 já provocou cerca de 200 mil mortos e infetou mais de 2,7 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Mais de 720 mil doentes foram considerados curados.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Lusa

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on pinterest
Share on email

Designed by nzaylakasesa,lda.