Presidente do BAD defende mais parcerias entre África e os EUA

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O presidente do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) defendeu hoje que é preciso aumentar as parcerias económicas e de saúde entre os Estados Unidos e o continente africano para vencer a pandemia da covid-19 em África.

“A nossa humanidade coletiva está em jogo”, disse Akinwumi Adesina durante uma reunião virtual com o Conselho Corporativo sobre África, uma associação empresarial norte-americana que promove o comércio entre os Estados Unidos e os países africanos.

Durante o encontro, o banqueiro defendeu que é necessário aumentar o número de parcerias entre os dois blocos para garantir frutos duradouros para além da pandemia, já que a propagação da doença “ameaça apagar o crescimento sem precedentes e os ganhos económicos alcançados durante a última década”.

Para o presidente do banco, que angariou 3 mil milhões de dólares nos mercados internacionais em títulos de dívida para combater a pandemia e disponibilizou mais 10 mil milhões de dólares para os países e empresas africanas lidarem com a covid-19, África precisa de mais ajuda.

“África tem de duplicar os gastos na saúde”, apontou, lembrando a enorme falta de instalações e de companhias farmacêuticas no continente, que podem ser uma oportunidade de investimentos para as empresas norte-americanas e de desenvolvimento para os países africanos.

De acordo com o comunicado do Banco, Adesina defendeu também que as instituições multilaterais alinhem os esforços relativamente à dívida dos países africanos e à gestão dos ‘ratings’, que têm sido sucessivamente revistos em baixa desde o início da pandemia.

O número de mortes provocadas pela covid-19 em África subiu para mais de 1.195, com mais de 24 mil casos registados da doença em 53 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia naquele continente.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 176 mil mortos e infetou mais de 2,5 milhões de pessoas em 193 países e territórios. 

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