Tchizé nega ter pedido a destituição do Presidente

A filha do antigo Presidente da República e deputada à Assembleia Nacional pelo MPLA, Tchizé dos Santos, negou que tenha pedido a destituição do Presidente da República de Angola conforme divulgado nos meios de comunicação nacional e estrangeiros, quando justificava a razão que a mantém refugiada no estrangeiro, para além dos 90 dias permitidos por lei, e que, segundo a mesma, deve-se à perseguição política em Angola.

Considera ter havido erro de interpretação nas suas declarações quanto ao tema de pedido de destituição do sucessor do seu pai. A parlamentar alega ter “apenas” dito que “algumas atitudes do Presidente e do seu executivo, são passíveis de merecer impeachment, porque no seu ponto de vista violam princípios fundamentais do Estado democrático de direito como a separação de poderes e a liberdade de expressão, privação” tendo apontado exemplificado o caso do deputado do MPLA, Manuel Rabelais que viu as suas imunidades desrespeitadas ao ser retirado do avião quando viaja para Portugal.

De acordo com as suas explicações, logo após a noticia ter saído na agencia Lusa (fonte primaria da informação), contactou a agencia portuguesa resultando na retificação da publicação, porém, acrescentou que não surtiu efeito porque outros meios de comunicação já haviam tomado e divulgado a versão errada .

“Claro que eu não ia dizer que ia ao Tribunal Constitucional pedir impeachment para o PR, porque como Deputada sei muito bem que não é assim que começa um processo desses começa”, sublinhou ‘Tchizé’ dos Santos, em resposta aos internautas que a pediam esclarecimento das suas declarações.

 

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