PGR vacila e diz que denúncia contra Higino Carneiro não tem fundamento




A Procuradoria-Geral da República (PGR) anunciou, nesta quarta-feira, que iria investigar as denúncias sobre “despesas não justificadas” de até 30.000 milhões de kwanzas (100 milhões de euros) apresentadas pelos extintos ministérios das Obras Públicas e Construção.

Mas segundo Procurador-Geral Adjunto da República, Mota Liz, a retração do EGAI sobre a informação inicialmente trazida ao público invalida a denúncia.

“Com esses relatos contraditórios, a PGR entende que a denúncia perde fundamentos”, disse.

“Se tiver o mínimo de consistência a denúncia prossegue. E se não tiver consistência nenhuma, não prossegue”, declarou Mota Liz à imprensa, à margem do seminário sobre ocupação ilegal de imóveis, promovido pela Procuradoria-Geral da República.

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