Estrangeiros envolvidos em crimes serão expulsos – Ministro

JA

O ministro do Interior, Ângelo da Veiga Tavares, afirmou ontem, em Luanda, que o sector que dirige vai dar resposta mais “agressiva” a cidadãos estrangeiros envolvidos em crimes de roubo de bens públicos.

Ângelo da Veiga Tavares, que falava à imprensa à margem do seminário sobre a ocupação ilegal de imóveis, organizado pela Procuradoria-Geral da República, indicou que estes cidadãos, além de responderem civil e criminalmente, vão ser obrigados a deixar o país. O ministro considerou “uma preocupação muito grande” o roubo de cabos eléctricos, furto de meios em escolas e hospitais.

O ministro disse que a instituição que dirige está orientada no sentido de encontrar “mecanismos mais contundentes para dar resposta ao fenómeno de roubo e destruição de bens públicos”, e apelou à população no sentido de denunciar todos os cidadãos envolvidos nestas práticas. Ângelo da Veiga Tavares afirmou que “ todos os membros do Ministério do Interior que estiverem do “lado errado” desta tarefa ou forem coniventes com estas práticas “vão sentir a mão pesada da Direcção do Ministério do Interior”.

O ministro disse que o sector está também muito preocupado com a ocupação ilegal de imóveis e, sobretudo, com o problema da destruição de vários equipamentos sociais.

“Parece-me haver uma mão invisível que tem estado a procurar ir na contramão dos esforços do Executivo”, disse. O ministro reafirmou o empenho da instituição em trabalhar com os órgãos judiciais, em particular com o Ministério Público, para dar uma resposta firme e decisiva em relação à ocupação ilegal de imóveis e terrenos.

No encontro, o procurador-geral da República, Hélder Pitta-Grós, garantiu que a instituição que dirige vai” afinar os mecanismos legais existentes para combater a impunidade na ocupação ilegal de imóveis nas centralidades.

A Procuradoria-Geral da República, acrescentou, está muito preocupada com o número de reclamações que tem recebido dos cidadãos em relação à ocupação ilegal das suas residências, em particular, nas centralidades.

“Temos sido procurados com muita insistência por cidadãos que são impedidos de exercerem os seus direitos de propriedade porque as suas casas estão ilegalmente ocupadas por terceiros”, disse.

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