SOCIEDADE

Falta de gás de cozinha no Huambo já dura mais de uma semana

Os postos de venda de gás de cozinha, na cidade do Huambo, continuam sem o produto, 15 dias depois, uma situação que está a deixar preocupado os consumidores, que diariamente afluem aos referidos estabelecimentos.

Na ronda efectuada hoje pela Angop, constatou-se longas filas nestes mesmos postos e nas ruas uma grande movimentação de pessoas transportando garrafas de gás vazias, de um local para outro, mas sem sucesso.

No posto de venda da avenida João Paulo II, o seu responsável, Justino Tchipilika, informou que não recebem o produto, da Sonangol, desde a semana antepassada, desconhecendo, porém, as causas.

Situação idêntica regista-se no posto de venda do bairro Kapango, onde, segundo o seu gerente, Queiroz Kalei, o último abastecimento feito pela Sonangol ocorreu há 12 dias e desde lá nunca receberam informação alguma para justificar a demora.

Já o responsável do posto de venda da avenida da independência, Adilson Paulo, que não recebe o produto há 15 dias, disse ter sido informado, pela Sonangol, que esta carência de gás deve-se a problemas técnicos na linha de enchimento.

A delegação da Sonangol na província recusou-se pronunciar-se acerca do assunto, prometendo, porém, que em breve a situação será ultrapassada.

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